BEDA #29 – Six of Crows

Equipe Living for Harry

Oi gente!! Prontos para o post mais especial de todos do BEDA? Pra quem ainda não estava sabendo (acompanhe as redes sociais do blog para saber tudo que está rolando!), no finalzinho de Julho, colocamos lá no Amino e no Twitter uma enquete para escolher um livro para nós lermos e resenharmos no final do mês! O vencedor foi o livro Six of Crows da Leigh Bardugo, então passamos Agosto lendo, com direito a insta stories durante o período de leitura e agora é hora de resenhá-lo!!

Estamos em Kerch. País onde a servidão, jogatina, trapaça e prostituição são visto como entretenimento para os que visitam a cidade de Ketterdam. E tudo começa, quando Van Eck, um mercador de Ketterdam, faz uma proposta milionária á Kaz Brekker, integrante de uma das gangues da capital. Kaz é um ladrão e trapaceiro que só pensa em duas coisas: vingança e dinheiro.

Agora, Brekker precisa encontrar a equipe certa para a sua missão: uma espiã; um desenhista; uma grisha; um Fjerdano; e um atirador cheio de segredos.

Vocês já assistiram Esquadrão Suicida? A base da história nos lembra muito esse filme: usar um grupo de foras da lei para fazer o trabalho sujo para o governo. Mas, nesse caso, ao invés de liberdade, o grupo firecrackers milionário, mesmo. Mas acalmem-se, Six of Crows tem um desenrolar totalmente diferente do esquadrão. Começando pelo fato de que ninguém tem pode para destruir a terra… A não ser que usem parem

O livro também conta com a falta de misericórdia de Game of Thrones, ou seja, mortes ocorrem… frequentemente, as torturas são pesadas e muito descritivas e a escritora não teve dó e nem piedade de machucar e tentar matar os personagens principais da história. Os cenários também faz lembrar de GOT, que são descritos como sujos, fétidos e escuro… Pelo menos na área do Barril, onde se passa grande parte da história.

GOSTAMOS. MUITO. A história prende com toda a aventura e os acontecimentos. O livro é muito bem escrito e a autora se preocupou e se dedicou de verdade ao mundo que ela criou, dando muitos detalhes, explicando sobre a cultura e traduzindo os termos que aparecem. Achamos isso muito bom, porque o leitor não fica perdido e consegue realmente fazer parte desse mundo.

Outra vantagem, SEM TRIÂNGULOS AMOROSOS. Se tem uma coisa que odiamos, são os mimimis dos triângulos. Nesse livro, a autora deixa bem claro quais são os casais que podem, possivelmente, dar certo. Confessamos que, não tem muito romance na história… tem as brigas e os flertes, mas o livro está mais focado na missão.

Sobre a edição! O livro além de bom é visualmente bem feito. A capa combina muito com a vibe do livro, a diagramação é muito boa, então a leitura flui ainda melhor. E o livro tem detalhes muito importantes na própria edição. Ele começa com uma classificação dos Grishas e um mapa dos locais que aparecem durante a história. Os capítulos são divididos entre os personagens, alterando os pontos de vista e as divisões dos trechos são feitas por um pequeno corpinho.

Beijos Mágicos e Beijos na bunchecha!!


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BEDA #25 – You know me well

Adriele E. da Silva

Oi gente! Hoje é dia de resenha!! A última antes da resenha do livro campeão! Então fiquem de olho no blog e nas redes sociais para não perder o post mais especial do BEDA Living for Harry. Agora sobre o livro de hoje, ele foi a minha primeira leitura não infantil em inglês e estou muito orgulhosa de mim e do livro.

You know me well conta a história de dois adolescentes, o Mark e a Kate. Eles estudam Cálculo juntos, porém nunca se falaram e nunca se encontravam do lado de fora da sala de aula, até uma noite caótica na vida de ambos. Kate encontra Mark e a partir daí, eles começam uma amizade na qual um compreende de verdade o outro e isso faz com que eles sejam exatamente o que o outro precisa. Juntos eles irão entender melhor o que tem acontecido em suas vidas e superar todos os problemas que estão atrapalhando a verdadeira felicidade deles.

Então, gente… O que dizer desse livro LGBT que tanto ganhou meu coração? E por que da ênfase no LGBT? O livro é sobre dois adolescentes que tinham vidas completamente afastados um do outro, mas o acaso conseguiu unir eles e fez isso na hora certa. Tanto Mark, quanto Kate são homossexuais e ambos estão passando por problemas amorosos. Mark não consegue entender e superar o seu caso com o melhor amigo e Kate não consegue enfrentar mudanças, então no fundo não é só um livro sobre problemas amorosos, mas também de problemas de confiança, mudanças na vida, amizades, entre outros problemas. Mas a homossexualidade deles nunca foi um problema, porém é uma questão muito forte para um outro personagem importante na história e é assim que conhecemos os dois lados: os que não tiveram tantos problemas em se assumir e os que possuem grandes dilemas e medos.

O livro foi muito bem escrito e você não percebe a diferença entre escritas de autores (You know me well foi escrito pelo David Levithan e pela Nina LaCour), mas sim a diferença de pensamento de dois personagens com vidas e questões diferentes. O inglês do livro é bem tranquilo, não entendi 100% do que estava escrito, porque tinha alguns termos próprios da comunidade LGBT ou gírias deles, mas pesquisava os termos e/ou entendia pelo contexto, então não é nada impossível.

E o que eu acho mais bonito e que mais me prendeu nesse livro, além é claro de toda a loucura e reviravolta na vida dos personagens, a amizade deles. Os dois mal se falavam, mesmo estudando juntos, mas depois de uma noite tudo muda e eles começam a fazer parte de verdade da vida um do outro e isso realmente é importante para história, sem parecer forçado, porque eles realmente precisavam de uma pessoa que realmente entendesse o que eles estavam passando e pudesse ficar ao lado deles, e eles encontraram isso um no outro. A amizade nasce em uma noite, mas se desenvolve ao longo dos dias e só vai mostrando ser mais verdadeira. Assim como está escrito na capa, esse livro é sobre uma amizade à primeira vista, então podem esperar um foco muito grande nisso.

A edição em inglês que eu li está muito boa, ainda acho as capas paperbacks deles um pouco frágil e sem graça, mas a qualidade das folhas é muito boa, a fonte tem um tamanho bom, então a leitura não é dificultada por isso, mas para quem não quer arriscar no inglês, o livro já foi lançado aqui no Brasil com o título À primeira vista, pela editora Galera Record. Os capítulos não são muito longos e são intercalados entre o ponto de vista do Mark e o da Kate, então em alguns momentos eu ficava sofrendo, porque acabava o capítulo de um e eu queria continuar com ele para saber o que estava acontecendo, mas o capítulo seguinte sempre me prendia, então mesmo sofrendo de curiosidade, a história ainda me prendeu e não me fez pular os capítulos.

Esse é um livro para quem precisa de abraço apertado e um quentinho no coração, mas de um jeito nada meloso e cheio de mimimis, mas sim um jeito real.

Beijos Mágicos!!


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BEDA #20 – Em algum lugar nas estrelas

Adriele E. da Silva

Oi gente! Pois é, se vocês perceberam, os dias 20 e 21 não tiveram posts, pois é, acabei me enrolando um pouco por aqui, mas vou compensar hoje e amanhã com dois posts por dia, então não estranhem as numerações confusas. Hahahahahah

Enfim, sobre o post de hoje, vou resenhar um dos livros mais bonitinhos que eu achei que era possível a editora Darkside publicar.

A história se passa na época da Segunda Guerra Mundial, em Maine nos EUA. Jack acabou de chegar nessa cidade para estudar em um colégio militar só para meninos, após a morte de sua mãe. Na escola, Jack conhece Early um garoto um pouco diferente dos demais, ele assiste apenas as aulas que quer e vive na antiga sala do zelador o colégio, ouvindo discos e construindo diversas coisas. Jack vai se aproximando de Early aos poucos e acaba se metendo em um plano do amigo de sair da escola para procurar uma ursa gigante que tem aparecido na região e junto com isso provar que Pi ainda está vivo e o número nunca terá um fim. Juntos, eles passam por diversas situações perigosas e fantásticas para concluir a busca.

O que dizer de um livro com dois garotinhos se aventurando para encontrar uma ursa gigante? Ai, é história de criança com certeza! Não! Não é uma história para crianças, claro que elas podem ler, mas é muito mais que uma aventura, é uma história de superação emocional para quase todos os personagens da história, todos eles possuem suas próprias questões internas para resolver durante o livro, desde Jack com a perda da mãe, até Gunnar, um personagem muito carismático que ajuda os garotos, todos eles são muito mais do que aparentam e para mim isso é o mais lindo e incrível nesse livro.

Claro que as aventuras e toda a jornada dos dois garotos é algo que ajuda muito a nos prender na história, afinal, isso deixa a narrativa mais dinâmica, além de dar um motivo concreto e um meio de ocorrer todas as superações emocionais. Muitas partes são bem divertidas ou nos deixam roendo as unhas para saber o que vai acontecer. É muito fácil se apagar aos personagens e ficar torcendo para que eles concluam a busca com sucesso e em segurança. O livro garante até alguns momentos bem fofos e emotivos que nos deixam com aquele apertozinho no coração e na garganta.

E nem preciso falar nada sobre a edição, né? A Darkside nunca nos decepciona, a capa é muito linda, mas o interior consegue ser ainda mais bonito, com constelações por toda a parte que fazem muito sentido para a história, tanto sentido que o início e o nome dos capítulos tem a ver com essas constelações. A parte de dentro da capa é linda, além de vir um disco com as constelações de um lado e uma informação muito legal do outro lado que só vai fazer sentido quando ler o livro. Com toda certeza do mundo, esse é um dos livro mais lindos que já vi e um dos mais lindos que tenho na minha estante.

Beijos Mágicos!!


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BEDA #19 – A Fúria e a Aurora

Larissa Leite

Só queria dizer que: Por que tá sempre frio quando eu escrevo? Várias chuva, vários cobertor e várias vontade de não sair da cama. Mas a boa notícia é que estou com tempo de por a leitura em dia… Sabe, Six of Crows… Aquela leitura que vai gerar uma resenha marota no fim do mês. Apesar do dia úmido, vamos falar sobre deserto! Quem já leu A Fúria e a Aurora levanta a mão? 

Estamos situados na antiga Pérsia na cidade de Khorasan, onde toda mulher que se casa com o rei Khalid Ibin Al-Rashid, morre após a noite de núpcias. Quando Shiva acaba sendo uma das garotas assassinadas, Sherazade promete vingança ao Rei Khalid. Seu modo de sobreviver ao rei? Contando histórias que duras dias… Isso mesmo, DIAS. Enquanto isso, Sherazade ganha tempo e planeja a morte de Khalid.

A primeira coisa que tenho a dizer é: tive que ficar com o Google aberto durante a leitura desse livro, pois a minha leiguice na cultura oriental me dava um tapa na cara a cada vez que apareciam palavras como sahib, shamla, sirwal e shamshirs. Essas palavras indicam o quanto o livro é fiel a uma cultura que foi perdida pelo desenvolvimento do homem, mas preservou se o suficiente para poder ser passada para aqueles perdidos… Tipo eu.

Queria poder escrever que “essa leitura é bem leve”… Mas não. A leitura é tensa e tem drama atrás de drama com uma pitada de “ai meu Deus é agora que a Sherazade morre!”.

Para os fãs de Game Of Thrones, não confiem em personagem nenhum nessa história. Para os que estão boiando e não conhecem GOT (SHAME!), saibam que se apegar nos personagens não dá muito certo (vários traíras).

O que mais me deixa feliz com esse livro, é o fato de ter final. São dois volumes que já foram traduzidos pela editora e lançados no Brasil.

Gostaria de terminar esse post comentando duas coisas:

  1. O cachorro da autora, Renée Ahdieh, se chama… MUSHU! O dragão mais temido da China…
  2. A noite na arabia e o dia também! É sempre tão quente que faz com que a gente se sinta tão bem. 

Se você não entender essas duas referências, vai assistir os clássicos da Disney! Agora!

Beijos na Bunchecha!!


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BEDA #6 – Quinze Dias

Adriele E. da Silva


Oi gente! Preparados para mais uma resenha?! Como já viram no título o livro escolhido é o "Quinze Dias" do Vitor Martins que além de ótimo escritor, é um ótimo booktuber, vale a pena se inscrever no canal dele! Agora vamos falar desse livro maravilindo!

Como 99,99% dos adolescentes desse mundo, Felipe esperou ansiosamente por esse momento, as férias de Julho. Agora vai poder aproveitar para fazer tudo que tanto queria: maratonas séries, ler muito, assistir tutoriais no YouTube que nunca fará e não ter que lidar com os colegas de escola. Porém logo no primeiro dia descobre algo que pode mudar seus planos… Sua mãe aceitou hospedar Caio, o filho da vizinha, durante esses quinze dias, para desespero de Felipe, porque além de Caio ter sido sua primeira paixão, ele possui muitas inseguranças e não consegue interagir com o visitante.

Tá aí um livro que tem tudo para ser clichê, mas que não é. Como assim, Adriele? Simples. O Felipe não é um típico garoto gay dos livros, ele é gordo, tímido e tem inúmeros problemas de insegurança que são muito reais, o Caio não é o típico par romântico, ele é muito mais profundo, possui seus próprios problemas e inseguranças, além de ser um ótimo amigo, todos os outros personagens do livro possuem suas peculiaridades e a história dos dois protagonistas não é como nos outros romances, mesmo nos romances LGBT, ele acontece aos poucos, a partir de muito autoconhecimento, conversa, confiança e uma amizade realmente sincera. Os problemas que acontecem com eles não são causados pelos clichês já tão conhecidos, são problemas reais de autoconfiança, de lidar com as inseguranças e de poder se abrir para um sentimento tão forte.

Para Felipe não é fácil ser gordo, como muitos livros querem mostrar, ele não consegue passar por isso da maneira engraçada que querem que as pessoas não-gordas (eu inclusa) acreditem que possa acontecer. Ele sofre bullying, não se sente atraente, acha que nada fica bem nele e tudo isso se transporta para sua capacidade de lidar com os outros e é por isso que ele frequenta toda semana uma terapeuta, algo que também é muito bem trabalhado no livro, por ser muito individual, realista e revelador, pois mostra que terapeutas não servem para pessoas loucas e doentes, mas para todo mundo que precisa ter alguém com quem conversar e se abrir. Não posso dizer que me identifico com o Felipe totalmente, afinal sou hétero e magra, porém tenho minhas próprias inseguranças e sei como isso pode atrapalhar relacionamentos no geral. Mas o mais importante, eu conheci um pouco melhor sobre como é viver em um mundo tão preconceituoso e apegado a aparência, principalmente quando se é tão fora dos padrões, quanto o Felipe.

Mas não são só os protagonistas que nos mostram e ensinam coisas, temos a mãe do Felipe e as amigas do Caio que também se encontram bem fora dos padrões esperados para essas personagens.

Calma, o livro também é muito divertido e me fez rir muitas vezes, então não precisa se preocupar, pois além do livro ser curtinho, ele é super rápido e gostoso de ler. A escrita do Vitor te prende e te faz devorar o livro. A história (Como devem imaginar) se passa em 15 dias e é assim que os capítulos são divididos e isso torna a leitura ainda mais rápida, pois eles não são longos. A leitura flui tão bem que passa da mesma forma que 15 dias de férias… Rapidinho!!

Já deu pra perceber que eu adorei esse livro, né? Com certeza entrou na minha lista de favoritos do ano! Então super recomendo para todo mundo!

Beijos Mágicos!!


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BEDA #5 – A Pequena Livraria dos Corações Solitários

Larissa Leite


Puxa, que dia lindamente nebuloso para falar sobre livros… venham, venham! Peguem vossas xícaras de chá e pãozinho com Nutella porque agora eu vou contar uma historinha para vocês.

Era uma vez, um livro chamado A Pequena Livraria dos Corações Solitários. Bem, já considero o livro como bom porque, bem, tem uma livraria nele!

Tudo começa com o Posy Morland que herda a livraria Bookends, da falecida Lavinia. Posy cresceu na Bookends e já leu todo e qualquer livro de romance que já existiu, mas agora, precisa deixar a fantasia de lado e aprender a administrar a livraria antes que ela venha a falência (que frase pesada, cara).

E lógico que, em todo romance, temos um boy. Sebastian, neto de Lavinia, vai fazer de tudo para trazer a Bookends de volta para o nome da família.

Sabe o que eu gosto em livrarias? Além dos livros, óbvio, a diversidade de pessoas que passam por lá, seja de idade, nacionalidade ou preferência sexual. E a Pequena Livraria dos Corações Solitários mostra exatamente isso, com seus personagens extremamente excêntricos e diferentes uns dos outros.

Esse livro também é ótimo para referências literárias pois, são tantos livros citados em um só capítulo que tive que ir no Google dar uma olhada em algum títulos…

Mas nessa vida, não são apenas rosas, também tem galhos secos e folhas mortas. Ou seja, tem pontos negativos e nesse caso, o ponto é a Posy. Apesar de ser uma personagem fora dos padrões, ela é extremamente dependente dos outros, seja dos pais, da Lavinia ou dos funcionários da livraria. Se a Posy existisse, eu total bateria a cara dela na parede e gritaria "acorda pra vida, você tem 30 anos!". Mas, me contentei em apenas virar os olhos mesmo.

Sei que nunca falo isso, mas dessa vez, não me contentei. Vamos falar sobre essa capa fofa. Desenhei essa capa em um dos desafios da MLI e fui obrigada a reparar o quanto de detalhes essa capa possui. Cada flor, cada livro, cada cor das pedras no chão… Parabéns equipe que fez essa capa clap clap.

Se você prefere uma leitura tranquila, leve, sem muito drama ou ação… Esse livro é o seu tipo de leitura. A boa notícia: é um livro curto. A má noticia: é o primeiro livro de uma série… E nem todos foram traduzidos #chorosa.

Beijos na bunchecha!!


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BEDA #4 – 5 motivos para ler a série Trono de Vidro

Equipe Living for Harry

Oi gente! Hoje trouxemos um post um pouco diferente… É um tipo de resenha, mas sem dar muitos detalhes do livro, feita em tópicos para incentivá-los a ler essa série tão maravilhosa. Quem me acompanha no Instagram, sabe que li os dois primeiros livros, mas a Lari já leu todos os que lançaram, então temos os dois pontos de vista: o de quem tá começando e vê muitos motivos pra continuar e o de quem realmente conhece a história e pode indicar de verdade. Agora vamos falar de ótimos motivos para você ler a série Trono de Vidro da Sarah J. Maas.

1- Protagonista forte: Celaena não é nenhuma menina mimadinha não, muito menos uma donzela em perigo. Ela é guerreira e faz muitos homens chorarem durante a história.

2- A autora: Sarah J. Maas começou como todos nós, aspirantes a escritor, escrevendo Trono de Vidro no Wattpad. A fanfic alcançou tantos leitores que chamou a atenção das editoras e hoje é um best seller de sucesso.

3- A escrita: os cenários são bem descritos, tornando as passagens mais reais na mente… A prisão, o castelo, os sentimentos, como o sofrimento da Celaena e as lutas que te fazem perder o fôlego. Mas essa descrição não é feita de maneira entediante, pelo contrário, tudo isso te prende mais à história e ao mundo criado, além de ser tudo do ponto de vista dos personagens, então essa descrição bem feita te aproxima deles.

4- O romance não é denso: diferente da série "Corte de Espinhos e Rosas", esse livro tem mais ação do que romance, então mesmo tendo todo uma parte mais romântica, esse não é o foco dos livros. Celaena é super independente e não precisa de homem nenhum pra ser feliz, algo que é bastante reforçado. Dica da Lari: não tenha nenhum shipp.

5- Nada de muita espera: se você não gosta de ficar esperando um livro lançar para ler e isso te afasta das séries ou é curioso(a) demais pra esperar… Essa série já tem 6 livros publicados, 5 são da história e um livro é um spin-off muito importante. Então já tem bastante história pra ler, o que pode ajudar a esperar a lançar o próximo!

Então se não leu o primeiro livro da série ainda… Pare tudo que está fazendo e comece agora! Se já começou, pode continuar, vale muito a pena!

Beijos Mágicos e Beijos na bunchecha!!


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